Textos de Alberto Moreira Ferreira
Ontem à hora do desgosto dissemos nada
Estávamos nas vidas ocupadas separadas
De qualquer mão sem o banco mercantil
E hoje nada deveríamos dizer de acordo
Com a morte já que aquela mão morreu
Desconfortavelmente, a chamar, a pedir
                  S O C O R R O

"Águas de Dois Sois Inculpados"